Quinta dos Murças

Minas e Margem: a Origem

Minas e Margem: a Origem

Quando chegámos à Quinta dos Murças encontrámos uma diversidade inspiradora que, ao longo dos anos, temos vindo a descobrir melhor.

Oito anos passaram desde a nossa chegada ao Douro e muito trabalho foi desenvolvido, sempre, com o objectivo de compreendermos aquele lugar em toda sua plenitude. Hoje, estamos mais confortáveis com a grandiosidade da sua riqueza porque a conhecemos melhor. Contar a sua história através dos vinhos, era uma vontade se tornou óbvia com a identificação da diversidade da Quinta, e que começa a ganhar forma a partir daqui.

Para nós, o ponto de partida desta aventura teria de ser sempre a vinha. E foi por aí que começámos, descobrindo mais a fundo cada uma das vinhas. Rapidamente percebemos as características de cada uma e como era evidente termos de trabalhá-las individualmente, pelas suas diferenças. Vinificámos cada talhão de forma independente, isto é, em 50 hectares, fizemos cerca de 50 vinificações.

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Campo Redondo
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Vinha do Rio
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Vinha do Rio
A criação do Margem e do Minas, surge desta procura e trabalho, quando identificámos dois lugares distintos com características muito especiais – a zona do rio, do Campo Redondo e das Minas.

A Vinha do Rio, onde nasce o Margem, fica junto à margem do Rio Douro, a 140 e 170 metros de altitude, e tem uma exposição solar a Sul e Poente, contribuindo para uma maior maturação das uvas. 

O Minas tem origem na vinha que lhe dá nome – Minas – e na zona do Campo Redondo. Expostas a Sul entre os 110 e os 300 metros de altitude estas vinhas, apesar de quentes, escondem cinco minas de água que devolvem a frescura retirada pelo sol, mantendo a vinha em equilíbrio. 

Queríamos um vinho de terroir, ligado o mais possível à origem e, a partir do momento em que encontrámos a diferença no próprio terreno, nos talhões de cada parcela, o processo de criação dos vinhos surgiu de forma muito natural e espontânea.

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Murças Minas
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Murças Margem

Segundo o nosso enólogo, José Luís Moreira da Silva, esta foi uma das decisões mais importantes – “A decisão difícil era quando engarrafar. O momento. A verdade é que fomos provando os vinhos tendo o lote já quase definido, até percebermos qual era, exactamente, o momento certo. Sabíamos à partida que queríamos ter um vinho sem muito tempo de estágio, onde os aromas primários, os aromas que vêm da uva, fossem os dominantes e os mais presentes”.

Passados os 9 meses de estágio, eis que é chegado ‘o momento’. Os vinhos estavam cheios de fruta e muito equilibrados na boca. Não tivemos dúvidas: estava na hora de engarrafar.

Todo o trabalho desenvolvido que deu origem a estes dois vinhos, indica o início de uma nova fase da Quinta dos Murças. João Roquette diz que “Estamos a dar forma ao que sempre idealizámos para este projecto” e isso fica perceptível ao provarmos os vinhos. É uma viagem pela Quinta até à origem de cada um deles, percebendo a influência das diferenças de altitude, declives, exposições solares, solos, castas e amplitudes térmicas, em cada vinho.

O Minas e o Margem são um convite a explorar e descobrir um território que acreditamos ser especial. E é através destes, que damos a conhecer parte de uma história que só agora começou.

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