Skip to main content
 
Bem-vindo
Noticias
Vinhos
Azeites
Herdade
Empresa
 
 
Novos Vinha da Defesa 
O nosso país tem coisas admiráveis e pessoas que, de facto, sabem inspirar outros. Os vinhos que hoje me trazem novamente à mesa dos leitores, são disso exemplo bem vivo e um caso a ser seguido com o maior cuidado.

Quando em 1973 a Finagra, comprou a Herdade do Esporão, tinha já na sua ideia a feitura de vinhas e a comercialização do vinho que se viesse a produzir.

A Torre do Esporão representa de forma altaneira os vinhos da herdade, e para comemorar a sua reabilitação, aqui estão os também renovados Vinha da Defesa nos tipos de rosado, branco e tinto, todos utilizando a moderna tecnologia e respeitando a tradição. Em defesa do património!

São vinhos de grande fôlego capazes de concorrer dentro e fora de portas, com os melhores do seu tipo e preço.


O Vinha da Defesa Rosé, que é do ano de 2002, ou rosado, como também se lhe pode chamar, utilizando um termo mais antigo mas cheio de prestígio, pois os rosés foram de facto quem pôs os vinhos portugueses no “mapa”. É um vinho muito elegante e com boa estrutura. Estes são termos que querem dizer que o vinho ao beber está bem na boca, causando desde que o bebemos uma boa impressão quer na boca quer na garganta e no estômago. Por outro lado a estrutura de um vinho é o conjunto de várias qualidades entre elas o seu “corpo”, a impressão que nos causa na boca e a correspondente impressão geral que todo o conjunto nos deixa. É magnífica neste rosado, e por isso aqui fica o desafio aos homens de Portugal para que o provem e digam se tenho ou não razão em vos chamar a atenção para este vinho. Quanto às senhoras, não é necessário tanto palavreado pois que lhes basta olhar o vinho e ver, a sua cor maravilhosa de salmão, para logo lhes apetecer provar. O aroma floral, a framboesas e a cerejas, bem como o sabor frutado e equilibrado, juntamente com o paladar leve e fresco, são razões de sobra para o tornarem inesquecível. Ao provarem e beberem, ficam clientes sem dúvida, pois é irresistível a combinação da qualidade do vinho, da sua cor e da apresentação da garrafa, fechada com uma rolha de cortiça de muito boa qualidade. É produzido a partir de uvas tintas Castelão, (que antes era conhecida como Periquita) e Moreto, uma das castas mais populares do nosso Alentejo.









O Vinha da Defesa Branco, que é do ano de 2002 é produzido com as castas Antão Vaz, Arinto e Roupeiro. Todas elas são castas que entram na feitura dos brancos D. O. C.  do Alentejo. O vinho tem o aroma da lima e das frutas tropicais, uma estrutura muito boa e um sabor rico, equilibrado e muito frutado. Acompanha muito bem pratos de peixe

 

 








O caso mais sério é o do Vinha da Defesa Tinto, 2001, tal como os outros, todo ele produzido na herdade, com uma óptima
estrutura, muito equilibrado e cheio de elegância, combina o aroma rico de frutos vermelhos com os taninos firmes
provenientes do Aragonês, o que lhe confere um sabor aveludado e macio, sabor este que lhe é dado pela casta Castelão. É importante que este vinho seja consumido a temperaturas que andem entre os 16ºC. e os 18ºC., caso contrário não consegue mostrar toda a sua pujança e todo o seu valor. Se for almoçar ao Enoturismo do Esporão, aberto todos os dias das 09h30 às 18h00, então acompanhe o tinto, com bochechas de porco preto confitadas, ou cozido de grãos, no tarro.

 


O Vinha da Defesa, nas suas três versões de rosé, branco e tinto, encontra-se à venda, na moderna distribuição: Pão de Açúcar, Feira Nova, Continente, lojas da cadeia Pingo Doce, etc.


Vasco d’Avillez, in Notícias Magazine 07.Set.2003

JSP, 2003-09-12

 
Seja responsável. Beba com moderação.
 
Bem-vindo
Noticias
Vinhos
Azeites
Herdade
Empresa
Contactar Herdade do Esporão